Friedman quer mundo verde, e não plano e quente

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O economista José Eli da Veiga chama a atenção para esta entrevista do jornalista Thomas Friedman no site da revista Foreign Policy, sobre seu novo livro, Hot, Flat, and Crowded: Why We Need a Green Revolution — and How It Can Renew America (Farrar, Straus and Giroux).

O que ele tem a dizer sobre perfurações de petróleo na costa norte-americana - algo que os Estados Unidos NÃO fazem no momento - adquire sentido muito interessante para o Brasil do pré-sal, também. Além de se preocupar com gastar o dinheiro (que ainda não existe...) em refino e educação, Lula deveria preocupar-se também com o que o colunista chama de "elétrons baratos" (fontes alternativas e renováveis de energia).